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15 de março de 2011

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre.


Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando;
não se cansar de olhar, e olhar;
não atrapalhar a convivência com teorizações;
adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida.
Para quem ama toda atenção é sempre pouca.
Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível.
Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

(Artur da Távola)

12 de março de 2011




O amor é grande , mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou mal; se não fizer bem, não é amor.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor pode até nos bastar, mas ele próprio não se basta!

Um bom amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram! E felicidade a todos nós!

(Artur da Távola)



Que a vida ensine que tão ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la.
Que o abraço abrace. Que o perdão perdoe.
Que tudo vire verbo e verbe. Verde. Como a esperança.
Pois, do jeito que o mundo vai,
dá vontade de apagar e começar tudo de novo..
(Artur da Távola)