(...) E não existe remédio mais poderoso para transformar os grandes em crianças que um brinquedo. (...)
(...) Eu fazia brinquedos com caixinhas de fósforo, carretéis vazios de linha, bambús, talos de aboboreira (com eles se fazem divertidos instrumentos musicais!), rolhas, dobraduras de papel. Você poderá até fazer um rebanho de carneiros usando batatas e palitos. Você achou tudo isso bobagem? Então, você se parece com a minha avó. Trate de se salvar.Repita comigo a reza da Adélia: "Meu Deus, me dá cinco anos, me cura de ser grande…"
(Rubem Alves)
Tantas vezes Sam, tantas eu faço essa prece:
ResponderExcluir"Meu Deus, me dá cinco anos, me cura de ser grande…"
Sábia Adélia, amado Rubem,
Todo dia era domingo, de tanta coisa que inventávamos,
Dá uma saudade, sempre.
Um beijo Sandra,
Que seu domingo seja maravilhoso!
Sam,
ResponderExcluirPor norma a seriedade dos adultos apenas cimenta as amarras em que cada um se vai entrelaçando...
Beijo :)
Estou de mãos postas, sam rezando junto á vcs. Quem dera fosse aceita minha prece e num dia assim, com um céu assim brincar de pique entre as árvores da pracinha,andar de bicicleta no parque,jogar três marias na calçada de casa,pular corda no quintal...
ResponderExcluirCinco anos ou mais um pouco, tanto faz, desde que a beleza daqueles anos não me abandonassem jamais.
Lindo domingo p/ ti, menina.
Obrigada por teu carinho sempre presente.
Adoro "te encontrar."
Mil bjinhos,
Calu
"A gente se dá conta tarde de que a felicidade é fácil, não?" Crianças, sempre tenho vontade de voltar a ser. Feliz era a época em que a mais difícil decisão, era escolher o sabor de um sorvete né Saamzita? Beijão flor (:
ResponderExcluir"Meu Deus, me dá cinco anos, me cura de ser grande…"
ResponderExcluircoisa que eu mais peço viu? e quando grande eu estiver,que meu lado criança jamais morra,é onde vejo o mundo com cores mais bonitas :)
Que Lindooooooo esse pensamento de Rubem!amei
Beijo pra ti,Queridona*
A reza da Adélia resulta. Resulta também a minha própria, que lhe explico nesta prosa:
ResponderExcluirAgarrei meu neto, não por ser o predilecto mas por ser o que estava mais próximo. Fomos passear num terreiro. Apontei-lhe um pinheiro e desafiei-o a correr a ver que chegava lá primeiro. Foi ele. Ele a valer. Ficou tão prazenteiro que deu alegria ver. Depois, levantei-lhe uma pedra larga onde, por baixo, a vida fervilhava. Junto ao húmus da terra, eram formigas, bichos-de-conta, aranhiços, centopeias e minhocas. Ficámos os dois de cócoras, mexendo com um pauzinho, tanto bichinho... Se fizesse a reza de Adélia e tal reza resultasse, como poderia eu com cinco anos apenas desvendar ao meu Diogo os segredos que existem por debaixo de uma simples pedra? Que seria das crianças sem nós, adultos sabidos com sonhos incontidos?
Na verdade as pessoas grandes não sabem de nada, e como diz um trecho do pequeno príncipe, é cansativo paras as crianças ter que ficar explicando tudo o tempo todo!
ResponderExcluirBeijos (:
Sam , parabéns pelo blog. Adoreei
ResponderExcluirDa uma passadinha no meu e vê oq tu acha do post novo e se gostar seguee . um beijoo e Sucesso *-*
http://amandanascto.blogspot.com/
Muito bom! Lembrei-me da minha infância, carregada de brinquedos e brincadeiras...legal! ( http://opequenoser.blogspot.com/ )
ResponderExcluirolá, obrigado pelo comentário em meu blog. E quanto à foto, é antiga. Quase três anos atrás (rsrs)...Vou atualizá-la. Um beijo, Sam.
ResponderExcluirTomara fosse aceite a minha prece...
ResponderExcluirBJs
Às vezes dá vontade de voltar aos cinco anos. Era tudo tão mais fácil.
ResponderExcluirBeijinho
Quando os meus filhos eram pequenos a minha mulher dizia-me que me dava mais prazer a mim brincar com os brinquedos deles do que às próprias crianças ;)
ResponderExcluirAh como eu queria me curar de ser grande..
ResponderExcluirVoltar a ver e sentir as coisas como quando tinha cinco anos..
Era tudo tão mais simples. Qualquer latinha virava um instrumento musical, e não um empecilho como hj..
Boa semana Sam..
Um beijo
Ser grande é ter uma responsabilidade tão grande. E saber lidar com grandes emoções, grandes brigas e grandes inimigos. Mas também é desfrutar de pequenos momentos, pequenos sentimentos; realizar pequenas ações que significam para nós grandes coisas!
ResponderExcluirBeijos, Sandra linda.
Garagens com caixas de remédios... Chapéus com tampinhas... Esculturas com pauzinhos...
ResponderExcluirO que a gente inventava!!
Olá Sam
ResponderExcluirSeria bom se não perdêssemos a pureza e a alegria das crianças. A vida seria muito mais fácil.
Bjux
Olá
ResponderExcluirOhhhhh...quem me dera os meus 5 anos de volta!!!
Bjs.
Tempo bom minha amiga, teu texto fez-me retornar à minha infância no interior paulista. De família sem muitos recursos nossa diversão com outros amiguinhos era construir nossos próprios brinquedos, carrinhos de rolemã, patinetes, etc. Beijo minha cara, logo mais retornaremos.
ResponderExcluirSan,
ResponderExcluirEu era desse tempo que a gente fazia até carretéis de linha virar brinquedo.
A gente brincava de jogar saquinho (com arroz dentro), amarelinha, tantas coisas sadias.
Como eu fui felizzzzzzzz.
Hoje, vejo récem nascidos já com celular, crianças no computador, celular, lap top, video game, etcs da modernidade.
Eu acho que elas deviam eram ser crianças.
Pisar na terra, subir em árvore para roubar frutas, tudo que eu vivi. Era mais saudável.
Um beijooooo lindeza de menina!
Todas essa bobagens um dia foram meus brinquedos também...
ResponderExcluirBjs!
Ah... que lindo!!
ResponderExcluirMeu velocípede era um tronco de uma árvore.
Eu pedalava como ninguém.
Beijos.